ART. 26 IN 15/2010

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ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por Marcelo em Sex 01 Abr 2011, 9:41 pm

Boa noite Nação

Segue um estudo seríssimo e complexo sobre o art. 26º da IN 15 de 2010.

Art 26º - É proibido o cruzamento ou manipulação genética para criação de híbridos, bem como a manutenção de aves híbridas ou alteradas geneticamente.

Não há como classificar, quantificar ou discriminar “alteração genética”, eis que ela é conseqüência de um processo natural de surgimento de novos alelos gênicos através de mutações, que podem ocorrer tanto em cativeiro quanto na natureza. Ainda, alterações genéticas podem não manifestar-se, ou não manifestar se externamente, ainda que existam. O homem ainda não criou em pássaros alterações genéticas propositais, como fez com espécies vegetais utilizadas na alimentação (transgênicos) através de manipulação genética. A simples seleção ou direcionamento de cruzamentos não está criando alteração genética, embora possa estar selecionando. Nesse sentido, não põe em risco a pureza da espécie, e não faz sentido proibir a seleção de caracteres próprios da espécie, por mais que sejam raros no ambiente natural.
Mutantes na coloração não são considerados alterações genéticas, e, ainda que ocorram fugas, não colocarão em risco as características das linhagens selvagens

Este parágrafo é inadequado por não apresentar uma definição clara do que é “alterado geneticamente”. No entanto, em todas os sentidos possíveis, não há motivos lógicos para proibir a reprodução e manutenção de indivíduos “alterados geneticamente”.

Um dos sentidos possíveis diz respeito a um organismo que foi alterado geneticamente por mãos humanas, a manipulação genética propriamente dita. No entanto, este é um procedimento de engenharia genética que está muito longe de ocorrer com as espécies de aves em questão. Pássaros transgênicos, que seriam, ao pé da letra, os manipulados ou alterados geneticamente, estão longe de ser um acontecimento na realidade atual.

Outro possível sentido é o de alterações genéticas propositais, causadas em um indivíduo em desenvolvimento, através da exposição a agentes químicos ou físicos mutagênicos – capazes de gerar erros na síntese e duplicação do DNA, levando a mutações. Isto é, a exemplo do caso anterior, surreal para os dias atuais em se tratando de pássaros.

Um terceiro possível sentido da expressão “alterados geneticamente” é a introdução de genes pertencentes a outras espécies, tal como o fator vermelho foi introduzido nos canários domésticos (Serinus canaria) através de hibridação com o pintassilgo venezuelano, ou tarim (Carduelis cucullata). No entanto, a contemplação de casos como este já está expressa pela proibição da criação de indivíduos híbridos.

Um quarto provável sentido diz respeito à proibição da manutenção e reprodução de pássaros de plumagem de cor ou textura diferente do padrão encontrado na natureza, que pode ser chamado de “selvagem”. No entanto, essas características diferentes das ancestrais não são suficientes para os qualificarem como alterados geneticamente, visto que são fruto da variabilidade genética já existente dentro da própria espécie.
Caso a opção seja nomear indivíduos diferentes de um padrão selvagem como
“alterados geneticamente”, deverá ser proibida a criação de todas as espécies, pois todas elas são frutos de alterações genéticas a partir de um único ancestral comum, segundo a Teoria da Evolução.

A mutação e a recombinação são os dois fenômenos responsáveis pela criação de diversidade genética (alélica). A mutação é um evento natural, que ocorre por erro na duplicação da molécula de DNA. Os novos alelos criados por mutações podem ser neutros, deletérios, ou vantajosos. Serão deletérios se a capacidade de gerar descendentes (que pode ser entendida como adaptabilidade, ou fitness) do indivíduo que portar este alelo for menor que o fitness médio da população. Serão vantajosos se o fitness do indivíduo que portar este alelo for maior que o fitness médio da população.
Serão neutros se o alelo não interferir no fitness do indivíduo.
A seleção natural é uma das forças evolutivas. Age de forma direcionada, conferindo maior fitness a determinada característica, em consequência de uma pressão ambiental que favoreça os indivíduos possuidores da característica em questão. No entanto, a seleção natural não é suficiente para qualificarmos os alelos como melhores ou piores uns que outros. Isto porque o ambiente muda, e ao mudar, pode ser que passe a selecionar características diferentes das anteriores. Por exemplo, pode ser que um alelo deletério em uma população, que faz com que não haja formação do globo ocular seja selecionado positivamente, se a espécie passar a habitar um ambiente de profundidade oceânica ou o interior de uma caverna. De nada adiantará a existência do globo ocular, se não haverá luz.
As vantagens conferidas ou não pelos alelos mutantes ou indivíduos são relativas ao momento e ao local onde eles vivem. Por isso é aceito que “evolução” não significa melhorar, em termos de ganhar complexidade. Evolução, cuja definição é mudança nas frequências alélicas numa população ao longo das gerações, caminha no sentido da mudança, mas nem sempre no sentido da maior complexidade, maior beleza, ou qualquer outro atributo que nós humanos possamos considerar bem vindo.

A maior parte das mutações são neutras, não interferindo no fenótipo. Fenótipo é o resultado das características genéticas (genótipo) em interação com o ambiente. Tudo que é fenotípico pode ser quantificado, e algumas características (as de herança relacionada a um único gene – monogênicas ou Mendelianas) podem ser qualificadas, e os indivíduos agrupados em classes diferentes segundo elas. Pode ser que a mutação não seja neutra, mas ainda assim não se manifeste no indivíduo. Neste caso, ele será um indivíduo fenotipicamente normal, portador do alelo mutante. Quando um indivíduo possuir duas cópias do alelo mutante, ele passará a expressar o resultado da mutação.

Ainda assim, pode ser que as alterações causadas pela mutação não sejam (como na maioria das vezes não são) externamente visíveis. Pode estar relacionado a uma característica estritamente bioquímica, fisiológica, comportamental, ou de outra natureza, que não interfira na cor, tamanho ou formato do animal. Embora ele tenha a aparência perfeita de um “selvagem”, pode ser um mutante.
Portanto, se tomarmos um indivíduo selvagem qualquer, pode ser que ele seja
geneticamente (ou seja, em sua constituição alélica seja) mais parecido com um albino que com outro de cor selvagem.
Além disso, cabe ressaltar que a criação em cativeiro, embora possa ser direcionada no sentido de selecionar determinada variação genética em detrimento de outra (habilidade de cantar, tamanho, cor, ou outra), ela não está criando ou impondo alterações. Está apenas trabalhando com a variabilidade genética existente na populações. Todos os alelos mutantes em cativeiro possivelmente existem no ambiente natural, embora sejam raros e estejam camuflados na população sob indivíduos heterozigotos (apenas portadores da mutação, que não a manifestam). Nesse sentido, não põe em risco a pureza da espécie, e não faz sentido proibir a seleção de caracteres próprios da espécie,
por mais que sejam raros no ambiente natural.

Tomemos outro exemplo, desta vez no ambiente natural. Azulões possuem ampla distribuição geográfica, sobretudo no sentido latitudinal. Isso leva à formação de uma “clina”, que é um eixo ao longo da distribuição da espécie, onde as características morfológicas alteram-se gradativamente, de forma que indivíduos de um extremo da distribuição sejam muito diferentes dos indivíduos do outro extremo. Isso ocorre em função do isolamento geográfico das populações, causado pela própria ampla área de distribuição.
Explicando, a deriva gênica é uma força aleatória que se encarrega de fixar ou eliminar alelos neutros (que não estejam sob efeito das forças de seleção natural). A força da deriva em fixar ou eliminar um alelo é inversamente proporcional ao tamanho da população. O fluxo gênico é o fenômeno que contrapõe a deriva. Para que haja fluxo gênico, é necessário que as populações estejam em contato reprodutivo. Como as subpopulações estão espacialmente isoladas ao longo da clina, a ausência de contato reprodutivo das porções das extremidades da mesma, aliada à deriva gênica, faz com que as subpopulações tornem-se diferentes umas das outras. Por isso os azulões do Nordeste são menores e mais claros, enquanto os do sul são maiores e mais escuros.
Essa variação é intrínseca da espécie, assim como as alterações genéticas que levaram a seu surgimento. Tais variações podem acentuar-se de tal forma que as subpopulações podem isolar-se reprodutivamente em consequência disso, seja esse isolamento comportamental, fisiológico, ou de outro tipo. Esse processo pode levar ao surgimento de sub-espécies, e até novas espécies.

Portanto, se o princípio que gera novas espécies é o mesmo que determina a variação encontrada dentro de uma mesma espécie, não há porque proibir também a criação de sub-espécies.

COM BASE NISSO, NÃO FAZ SENTIDO PROIBIR A CRIAÇÃO DE INDIVÍDUOS DE CORES OU FORMATOS DIFERENTES DO PADRÃO SELVAGEM.

Abraço a todos
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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por Convidad em Sex 01 Abr 2011, 9:49 pm

gostei de ler Marcelo.

Me perdoe a ignorância, mas gostaria de saber, essas mutações são feitas: pegando um pássaro X e cruzando com um pássaroY, ou é feito através de meios químicos, manuais??


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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por Convidad em Sex 01 Abr 2011, 9:51 pm

Algumas mutações aparecem na natureza e outras são passadas de um pássaro para outro atravéz de cruzamentos.

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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por Convidad em Sex 01 Abr 2011, 9:57 pm

Cris

mas os pássaros não se reconhecem,digo os da mesma espécie, pelo modo de chamar para o acasalamento? eles agem por instinto? E em cativeiro, tem intervenção humana? para ser mais direta, ocorreria uma especie de inseminação em pássaros tb?

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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por Convidad em Sex 01 Abr 2011, 9:58 pm

QUERIDA , A MUTAÇÃO CITADA OCORRE ESPONTÂNEAMENTE , ENTRE ACASALAMENTOS DE DUAS AVES , O QUE NÓS CRIADORES FAZEMOS SERIA FIXAR ESSA NOVA CARACTERISTICA EM SUA PROLE ATRAVES DE ACASALAMENTOS FECHADOS . NA NATUREZA OCORREM MUTAÇÕES ESPONTANEAS , PORÉM ESSES INDIVIDUOS QUE SE DESTOAM DE SEUS SEMELHANTES ACABAM POR SE EXTINGUIR DEVIDO AO PROCESSO DE SELEÇÃO NATURAL , O QUE NÃO OCORRE COM AVES EM CATIVEIRO ...

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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por Convidad em Sex 01 Abr 2011, 10:02 pm

entendi Sandro,
foi curiosidade da minha parte, peço até desculpas por ser uma pergunta, literalmente "ignorante" no sentido de não saber mesmo, pois, o homem fertiliza, tanta coisa que imaginei q conseguiam fazer isso com os pássaros tb, só queria entender como. Mas compreendi a resposta. obrigada amigos

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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por Convidad em Sex 01 Abr 2011, 10:05 pm

Não entendi muito bem sua pergunta, Ale, mas existe inseminação artificial em pássaros, sim. Não sei te dizer o q realmente atrai as espécies ao acasalamento mas é algo q vem do ninho, pois qd usamos ama seca, por exemplo, há a possibilidade dos pássaros criados por amas só quererem acasalar com a espécie q o criou e não com a sua propriamente dita mas isso nada tem a ver com as mutações.

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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por Convidad em Sex 01 Abr 2011, 10:11 pm

Cris

apesar de eu não ter me experssado direito, você conseguiu me responder, era justamente isso sobre as inseminações tb. Tadinho dos pássaros tão pequenos, mas enfim, meros detalhes.

sobre mutações, vou procurar pesquisar melhor para entender então, acho q fiquei um pouco confusa sobre isso.

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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por Convidad em Sex 01 Abr 2011, 10:17 pm

A mutação, Ale, é uma alteração genética q confere ao pássaro mutado uma caracteristica diferente dos da sua espécie, por exemplo, essa foto do Marcelo é um pintassilgo, carduelis magellanicus, normal, não mutado, ancestral como alguns chamam, pois bem, a mesma espécie pode sofrer algumas alterações como o preto da cabeça e da asa q vc observa na foto, se tornar cinza, aí chamamos pastel ou diluído, tb pode ocorrer desse negro se tornar marrom, aí chamamos de topazio, e por aí vai....

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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por Convidad em Sex 01 Abr 2011, 10:19 pm

humm, então, mutação = génetica, sem alteração por intervenção humana, ok?

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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por Convidad em Sex 01 Abr 2011, 10:22 pm

Sim, a mutação em si ocorre naturalmente, a interferencia do homem é apenas em passar de um pássaro para outro atravéz de acasalamentos, como o caso do canário vermelho, por exemplo, q só existe pq se acasalou o tarin(minha foto) com o canário ancestral, passando o vermelho do tarin para o canário.

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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por Convidad em Sex 01 Abr 2011, 10:28 pm

Alessandra , vc que se mostrou muito interessada pelo assunto , de uma olhada nesse apresentação do "Bretas" , acho muito interessante que a leia . o dowload pode ser feito no site da objo . dê uma olhada e depois diga se gostou .

http://www.objo.org.br/site/index.php?option=com_jdownloads&Itemid=148&task=summary&cid=15&catid=5&lang=pt

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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por Convidad em Sex 01 Abr 2011, 10:35 pm

Sandro


obrigada, realmente me interessei, acho que partindo desse principio, começarei a identificar melhor quem é quem (pássaros) pois ainda faço algumas confusões, salvei nos favoritos quero ver com calma.. mais uma vez obrigada.

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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por luanaalves em Sex 01 Abr 2011, 10:37 pm

É como aves brancas ou amarelas que aparecem em especies silvestre criadas em cativeiro, aparecem porque ja tinham essa genetica em seu dna,e no de seus pais tmb so q na natureza eles nao sobrevivem sao os primeiros a serem comidos por estarem em dstaque dstoando com o ambiente.
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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por Marcelo em Sab 02 Abr 2011, 11:25 am

Olá Alessandra

Resumindo tudo

As mutações são alterações no interior (genes), que podem ou não causar alterações fenotípicas (no exterior).
Isso não é feito por manipulação genética.
A manipulação genética é a interferência proposital na cadeia genética, sendo possível somente em laboratórios especializados; é o que está sendo feito com alguns vegetais, chamados de transgênicos.
Essa manipulação em aves parece estar ainda um pouco longe da realidade.

Nas mutações são usadas as cadeias genéticas já existentes no pássaro para fixar determinada característica. Não está havendo interferência a nível laboratorial para se dizer que as aves estão sendo manipuladas
geneticamente.

Vamos citar como exemplo os Carduelis magellanicus: Existem uma variedade de mutações como diluído (pastel), dupla diluição, topázio, lutino, etc., essas mutações são apenas alterações nos genes, não manipuladas, mas selecionadas, que se exteriorizaram SOMENTE na mudança do fenótipo (cor das penas), porém sem alterar as características básicas, ou seja, todos são pássaros que podemos chamar popularmente de raça pura, e continuam pertencendo à mesma classificação científica: pertencem ao mesmo reino, filo,classe, ordem, subordem, família, gênero e espécie.

Abraço a todos do Nação
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Re: ART. 26 IN 15/2010

Mensagem por chanes em Sab 02 Abr 2011, 6:27 pm

Olá Nação,


Este artigo é polémico, mal feito, tem várias interpretações e foi propositalmente colocado para atender os interesses das Ongs e alguns funcionários do Ibama, como o anterior chefe do passeriformes da Sup de São Paulo, que costumava berrar em alto e bom som, que os pintagol seriam degeneração genética!! Isto falo por que estive presente não somente uma vez quando ele fez isto, mas várias vezes!


Mutações na natureza ocorrem sim e muito mais do que imaginamos, o problema maior é que a estes exemplares mutados, por vezes são isolados do grupo, outro fator é que são presas mais fáceis por causa disto. Um exemplo, a mutação albina, há pintassilgos albinos na natureza, eu mesmo já os vi, só que devido ao albinismo, a dificuldade de visão com o sol, lhes transformam em presas com maior facilidade para os predadores!

Há algum tempo atrás foi noticiado pelos jornais televisivos, uma mutação da sabiá laranjeira que estava em um parque da cidade de São Paulo, um exemplar com muitas manchas brancas e completamente diferente dos exemplares clássicos desta espécie, foi mostrado a dificuldade que tal pássaro tinha em conseguir um parceiro para reproduzir, por ser diferente!

Em cativeiro, longe dos problemas da vida selvagem, exemplares mutados tem maior chance de se reproduzir, maior longevidade e até melhor qualidade de vida, pois um albino não teria as mesmas dificuldades que ele encontra para se alimentar, voar e se proteger!

Este artigo não tem base técnica e nem estudo para que ele fosse validado como algo certo. Como bem sei que as Ongs que por trás disto estão, normalmente são apaixonados por cães, os vira-latas que eles tanto adoram, são cães que na verdade seriam degeneração genética, pois as misturas de raças que se tem nestes é algo tremendo, alguns são feios mesmos, certa vez vi um cruzamento de um poodlee com um cocker que te digo, aquilo era mais feio que o Tazo. Então teriam que ser proibidos de se reproduzir tais cães, mantê-los e talvez sacrificá-los, pois são uma degeneração genética, assim como falava o ex-chefe do passeriformes da Sup de São Paulo!

Mas bah........eles querem é na verdade incomodar de todas as formas os criadores, depois de ler uma matéria de dois funcionários do Ibama, pasmem Mestres em Biologia, que falam que criadores amadores e traficantes são criminosos, pensei comigo, o que é uma degeneração na verdade é alguns funcionários do próprio Ibama!!!!!

Eles são bons em escrever besteiras, mas quero ver qual deles é cuiudo suficiente para escrever a verdade sobre o impacto ambiental que a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte vai causar na fauna e flora local!! Não escrevem pois ficaram com a guaiaca nua, vão ficar igual a bacalhau de porta de venda, secos e pendurados!!!


Abraços
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Re: ART. 26 IN 15/2010

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